terça-feira, 19 de maio de 2015

A arte de marmitar

Falar de alimentação saudável às vezes parece um cliché (todos repetem a mesma ladainha sobre comer frutas e legumes, balancear as refeições, entre outras coisas que a nossa avó já sabia!). Eu particularmente tinha preconceito com esse assunto, até perceber que a minha falta de interesse estava se refletindo em minha saúde.

Recentemente presenciei uma palestra de uma nutricionista que ressaltou a importância dos alimentos frescos, in natura ou minimamente processados em nosso consumo diário, e me chamou atenção quando tocou no assunto do planejamento alimentar. Parece que de tão discutidos e divulgados, muitos nos esquecemos de aplicar esses hábitos na nossa rotina. Poucos espectadores ali presentes tinham noção do que comiam diariamente ou chegavam a pensar a respeito do que iriam ingerir ao longo do dia: a gente sabe, mas não aplica. Sabemos mesmo?

Aprendi pelo caminho mais difícil (porém prazeroso) que a minha alimentação define como será minha vida, mede meu coeficiente de amor próprio, além de ser a prevenção natural para várias doenças.

Se planejamos nossas finanças (ou pelo menos deveríamos), nossos compromissos profissionais e momentos de lazer, por que não planejarmos com carinho a nossa alimentação?

Eu diria que o primeiro passo da reeducação alimentar seria essa seleção minuciosa do que o nosso organismo precisa (e merece). Independente de qual for o objetivo - emagrecimento, saúde, manutenção... - esse novo hábito deve nos acompanhar durante toda a vida.

Na minha correria habitual a marmita não pode faltar: os almoços em fast foods ou miojo de micro-ondas deram lugar aos alimentos feitos por mim, com quantidade de sal e óleo controlada (o óleo comum substituído pelo azeite ou óleo de coco, quase sempre), proteínas e carboidratos complexos sempre presentes. Não me esqueço de preparar um café da manhã que me dê energia, lanchar frutas e fibras, sem perder o costume no jantar (atacar o que tiver em casa no fim do dia? no more.)

É muito tempo investido diariamente (não considero gasto, mas investido!), pois qualidade de vida não tem preço.




É sempre preferível comer alimentos caseiros para não perder a qualidade do preparo e conservação, além de evitar aditivos e conservantes prejudiciais à saúde.

Tenha um diário alimentar. Principalmente se o foco é perder peso, não perdendo o controle da quantidade e qualidade da alimentação diária. Isso vai registrar inclusive as "escapadas" e os hábitos pouco saudáveis, permitindo fazer uma retrospectiva e melhorar a cada dia.



Logo, fica a primeira grande dica: planeje sua alimentação. Saúde é o foco principal. Sempre.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Este é mais um blog sobre "viver saudável"



Há muito tempo penso em publicar algo sobre saúde e beleza, e em meio a tantas experiências, boas ideias e lições aprendidas aos poucos (por minha experiência e erro) tudo acaba se perdendo nos contratempos do dia-a-dia. Lembro-me do verdadeiro motivo de criar este blog: me auto motivar, e oferecer a possíveis e eventuais leitores informações úteis para o seu bem estar. Parto do princípio de que tudo que envolve o tema "vida saudável" sempre será útil em algum momento de nossas vidas.

Não sou formada em Nutrição e nunca assisti a nenhuma aula sobre temas de saúde, mas mesmo com toda a minha leiguice me dou a liberdade de afirmar que a alimentação é mais do que a mera manutenção energética do nosso corpo, mas um tratamento de saúde diário, funcionando como antídoto (ou veneno) para os maus hábitos que causamos diariamente ao nosso próprio organismo.

Acredito que de todos os hábitos que devemos cultivar para vivermos mais e melhor, uma alimentação saudável é o principal, e creio que este será o tema mais abordado por aqui.

Espero divulgar o melhor de tudo o que aprender e pesquisar. Pesquiso sempre: quem se ama, se conhece, se interessa. Beijos e até muito breve!